faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Brel falando de Beethoven


Na Europe1, na sua emissão 1964, Brel falou de Beethoven (que me permito traduzir, por gozo pessoal):


«Estou certo que se vos disser Ludwig!, acrescentarão, a uma só voz: van Beethoven! o gigante, o generoso, mas também o dorido, o solitário, o misterioso Beethoven .

Nas vitrinas das lojas de música do mundo inteiro, nos quartos de alunos dos liceus, e mesmo em t-shirts de estudantes americanos, a sua juba leonina é a mais popular de todos os músicos.

Um desejo apaixonado de liberdade, de verdade, já animava Beethoven quando tinha apenas 17 anos. Escreveu no seu diário: "... fazer o bem onde se possa amar, a liberdade acima de tudo, não faltar à verdade, ainda que seja diante de um trono".

Aqui estão sentimentos que deviam escandalizar muitas cabeleiras empoadas na Alemanha de 1787»


3 comentários:

Maria disse...

Fiquei curiosíssima sobre o que terá dito Brel sobre os restantes nomes da lista....

Abreijos

Anónimo disse...

Neste gigante da música sempre me impressionou a coerência entre a sua atitude como músico e como homem.
Admiração, respeito e até, porque não dizê-lo, carinho e amizade, são sentimentos que se misturam e entrelaçam quando oiço o nome Beethoven.

Campaniça

Justine disse...

Um homem grande a falar de outro homem grande!