faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

sexta-feira, 13 de março de 2020

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Com este pa(nic)o assim lançado, lembram-me que vou morrer.

Deste ou de outro virus qualquer, ou até sem virus nenhum... 
mas obrigadinho pelos esforços que estão a fazer para que 
:-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-)
morra a rir 
:-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-)
(qual sorrir e só com meia cara, oh José Rodrigues Miguéis?...) 
:-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-) :-)
à gargalhada! 

sábado, 11 de janeiro de 2020

tele(móveis)filia, pandemia de hoje - 11 e 12

guerrilheiros urbanos

#11 - mãe de potencial craque da bola


#12 - acompanhante

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

tele(móveis)filia, pandemia de hoje - 9 e 10

guerrilheiros de hoje

#9 - empreendedor






































#10 - brigada de trânsito

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

tele(móveis)filia, pandemia de hoje - 7 e 8

guerrilheiros urbanos

#7 - filho


#8 - utilizadora de Tinder

sábado, 4 de janeiro de 2020

tele(móveis)filia, pandemia de hoje - 5 e 6

guerrilheiros urbanos

#5 - noctâmbula


#6 - cozinheiro ajudante

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

tele(móveis)filia, pandemia de hoje - 3 e 4

guerrilheiros urbanos

#3 - passeadora de cães



#4 - progenitor

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

tele(móveis)filia, pandemia de hoje - 1 e 2

Desde Agosto que aqui não (a)posto nada. E gostava tanto deste espaço...
Vou reanimá-lo (reanimar-me!?) pois parece-me lugar onde... o lugar onde colocar, numa primeira arrumação, estes "bonecos", guerrilheiros urbanos, do João, perdão, do Morales, um certo artista de que gosto muito... desde tenra idade (dele e minha...).  É uma série de 12, a que darei o título genérico do tele(móveis)filia, pandemia de hoje. 


sábado, 10 de agosto de 2019

Do ouro (e outras matérias) ao nada

dos "reis" aos "escudos"
dos "tostões" aos centavos"
dos "malreis" aos "contos"
dos "écus" aos "euros"
dos "escudos" aos "euros"

dos milhões aos zeros

Coisas...


Ser velho
é queixar-se da solidão

e o que mais deseja
é estar só
no aconchego do seu canto
no sossego das suas memórias
no contar das suas histórias


SOU UM VELHO

terça-feira, 30 de julho de 2019

O táxi e o GPS, em Lisboa

Ela e ele deixaram o carro estacionado perto do apartamento na Venda Nova e, cansados da viagem e um pouco atrasados, pouparam-se da caminhada até o metro e procuraram um táxi que passasse. Só o encontraram, parado e livre, na praça que de táxis é, já depois das Portas de Benfica.
Ele, cavalheiro que se preza nestas coisas de entradas e saídas, abriu a porta para Ela se acomodar e, quando conseguiu meter lá dentro o corpo todo (o que já foi mais fácil em tempos idos) e deu as urbanas salvações ao taxista (não correspondidas, aliás), já estavam os dois comunicando entre si sobre o destino da chamada corrida.
"Bento  da Rocha... quê?, Cabral?...", "... isso...", "... ora deixe cá ver...", quando se meteu na história um 4º personagem chamado GPS ... 4º personagem?, não!, porque os protagonistas ficaram reduzidos a 3 uma vez que Ele desistiu de tentar dizer que conhecia bem a tal rua, que é calçada à ilharga da sede do PS, no Rato, redondezas que conhece bem pois  morou na Rua do Sol (também do ou ao) Rato, de 1939 (!) até... não interessa quando... uma vida; deixou os três entenderem-se, esclarecerem as dúvidas (que eram muitas), os itinerários para que cada um de dois dava palpites enquanto o introduzido 4º (promovido o 3º) se ia adaptando e apontava setas, sem aparentar melindre por não lhe seguirem as indicações anteriores.
Ele aninhou-se no cantinho direito do banco de trás do carro, e fez-se espectador distanciado.
Quando desciam a Rua D. João V, antes de entrarem no Largo do Rato, saiu do seu anónimo e silencioso recolhimento e disse, peremptório, firme mas sem acrimónia: "Pare aí, por favor!", pagou e saíram os dois iniciais deste contar, viraram à esquerda (a pé e de mão-dada), caminharam serenos passando em frente da tal sede do dito Partido Socialista (que não o é), contornaram-no na primeira calçada à esquerda. E estavam na Calçada Bento da Rocha Cabral.

Fim de história (o taxista deve ter ficado a trocar impressões com o GPS sobre o trânsito de Lisboa e o melhor percurso das Portas de Benfica ao Largo do Rato)