faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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domingo, 21 de setembro de 2014

Dias de agora - contábil idade

(...)

Ao lembrar paleio futebolístico em que, nos comentários, o espaço do rectângulo se divide em terços, e as questões se colocam ao nível do terço defensivo, do terço médio ou do terço ofensivo (como o Sporting está a falhar neste último terço!), reconverti o espaço em tempo (de vida) e tomei umas notas enCURRALadas sobre este último terço em que estaria.

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E escrevi qualquer coisa como (acrescentado com cálculos feitos aqui à secretária):

No último terço? – não querias mais nada

No último quarto? – também já lá vai

No último quinto? – contas pouco certas

No último sexto? – isto é, até aos 94?!, não seria mau desde que…

No último sétimo? – daria 91, e preparo-me para tanto(s)… pelo menos

No último oitavo? – é mais uma década e um anito de troco

No último nono (mas não nô-nô…)? – mais uma década… sem trocos

No último décimo? – 87 anitos folgados… vamos a ver e vivó velho!

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Não, não estou obcecado, ou com uma ideia fixa.
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Mas estou, acho eu, lúcido… e estatístico.
(...)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Na mesa ao lado, num fim de férias emigrantes

Ao comando, o pai. De braços (e gestos, e tudo... como a sua vida) musculados, duros.

Em frente, indiferente, o filho. Com duas linhas em vez de braços a terminarem em polegares... a polegarem um telemóvel.

Ao lado do pai, a mãe. Calada. Atenta. A tentar "pontes". Insegura, inquieta, na procura (inútil) de equilíbrios e sorrisos.

No canto recanto, palco escondido, a filha. À margem (talvez em França ou mais longe). De calções e maquillage suposta ou imaginadamente provocadores (para quem?).

no XICO  

Num desvio (?) de "uma volta ao mundo das ideias económicas" (Avelãs Nunes)

Não se esqueçam
(ou lembrem-se!...)
que todos temos o mesmo destino.
O que Keynes - por maus motivos e más causas - 
tão bem prognosticou:
a longo prazo todos (mas todos!) estaremos mortos.
Valeu a pena viver?
Sim!!! se tivermos sido conscientes, coerentes
... e felizes.

enCURRALado