faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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domingo, 5 de julho de 2009

novaiorquinas (do cordel) - 8

As cidades são feitas de contrastes. Quanto maiores as cidades, maiores os contrastes são. E se a cidade se chama Nova Iorque, que dizer?

Encontrar pequenos quintais na Venda Nova, entre Amadora e Lisboa, é quase natural.

Aperceber-se o viajante, em Nova Iorque, que em cada recanto se colocou um pequeno jardim, que há parques a rodear arranha-céus (ou vice versa?, como é o caso do Central Park) vai sendo natural, após ter começado por surpreender um pouco. Agora encontrar, ao virar de uma esquina - se bem que em Harlem... -, um quintal "à nossa maneira", com tomates, feijões e outras verduras, e uma casinha de madeira muito bem arranjada lá no fundo... ah! isso, depois de um certo encantamento, merece foto. E ser contado.

3 comentários:

Anónimo disse...

Mas... tens a certeza que estás nos States?
A ser verdade, a horta é quase de certeza de um luso descendente, penso eu de que.

Campaniça

cristal disse...

Quase apostava... como a campaniça! Ou de um caboverdiano de sintanton :)))

GR disse...

Um país de grandes contrastes.
Bela viagem que fizeram.

GR