faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

novaiorquinas (do cordel) - 15

No final do cruzeiro à roda de Manhattan, que foi um dos "pontos altos" desta viagem e estadia em Nova Iorque, eis que descobrimos, no meio de porta-aviões, transatlânticos monstruosos, arranhacéus que se multiplicam com os reflexos uns nos outros, no meio dessas enormidades uma bandeirita portuguesa a tremular. "É a Sagres!, é a Sagres!" disseram-se, todos contentes quase eufóricos, os tontos dos portugueses misturados naquela gente toda a excursionar.
E, depois de desembarcados, lá foram eles à procura do sítio em que estaria a caravela!
Encontraram-no, claro, percorridos caminhos portuários, ou para-marítimos de que são peritos nas descobertas. E fotografaram-se. Patrioticamente.

3 comentários:

Maria disse...

Imagino! É uma sensação de proximidade nossa, de qualquer coisa que está cá dentro e quando nos encontramos distantes faz um estranho elo de ligação...
Já senti o mesmo, há muito anos, ao ver um autocarro com matrícula portuguesa... :)))

Abreijo

M. disse...

Mais uma vez o prazer de te ler. A profundidade do pensamento para lá da aparente bonomia.
Um abraço

GR disse...

Manhattan.
Não viste o Woody Allen?
E fotografaram-se muito bem.
Estás com um ar mesmo de turista.

Bjs,

GR