faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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sábado, 4 de julho de 2009

novaiorquinas (do cordel) - 7

Neste dia da independência, o dia será dedicado a mais visitas. A museus ainda não visitados. Certos de que será no meio de gente, de muita gente. Nestes lugares e espaços habitados de gente. Por isso vivos. E, a propósito de gente, uma estória de ontem, ao jantar.
Entrámos no restaurante italiano, depois de bem analisada a informação sobre os preços e terem parecido acessíveis (mais as inevitáveis taxas e tips formais e informais mas obrigatórias...).
Uma jovem, muito jovem, atende-nos, com profissionalismo e simpatia. Enquanto fazíamos a escolha, pergunta-nos de onde somos. "... de Portugal?, de onde?". Para não entrar em pormenores, a Zé respondeu que éramos de Lisboa, antecipando-se à que poderia ser a minha resposta que, claro, meteria Ourém e mais proximidades...
Espanto nosso! A jovem começou a falar, com entusiasmo, de Lisboa. Que visitara com um grupo de outras jovens. Do que gostara e muito, e parece que tudo foi. Sobretudo das pessoas.
Lá fizemos o nosso melhor para não desmerecer a imagem que ela trouxera da nossa terra.

1 comentário:

GR disse...

Afinal há americanos que até sabem onde fica Portugal.
Em boa verdade, não vos foi difícil serem um casal simpático e afável, é oa vossa maneira de ser!

Bjs,

GR