faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

novaiorquinas (do cordel) - 9


E há gente, gente, gente. De todas as cores, idades e tamanhos.

Nativos, poucos. Mesmo que se alargue estes aos que o passaram a ser considerados como naturais, ao longo de gerações. Sim, porque os nativos nativos eram de pele vermelha e foram quase todos exterminados, ou estão em reservas. E houve outros vermelhos que ou se pintaram de outra cor, ou exterminados foram, ou continuam, como se reserva fossem, a resistir. Para o futuro. Também aqui

Gente, gente, gente. De todas as origens, cores e tamanhos. Com abuso do tamanho grande. Muito por culpa da comida. Comem muito e mal. Desde pequeninos, quando a gordura é formousura. Por isso ficam grandes, gordos e feios (nem todos, nem todas!....). Alguns e algumas com pneus em socalcos ou conglomerado-se num só pneu tipo TIR. E barrigas rotundas, gordas maiores e diferentes das das grávidas. E há grávidas! O que é, sempre e em todo o lado, muito bonito!

E nós, contentes. No meio de gente.

1 comentário:

GR disse...

Grandes momentos, apreciar os outros que sendo diferentes, não deixam de ser iguais a todos nós.
Sérgio,
Nem todos podem ser tão bonita, como quem te acompanha de mãos dadas.

(mas que comem mal, lá isso comem!)

Bjs,

GR