faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

novaiorquinas (do cordel) - 10

Depois do encontro casual com uma equipa de agitação e propaganda, numa esquina ali mesmo ao pé do Teatro Apollo, no âmago de Harlem, fiquei com vontade de passar pela Revolution Books. Confirmei a morada na "net".
Como a rua era compatível com intenções e projectos de ela, foi muito fácil tudo conciliar na manhã de hoje. E aí fomos nós.
Não foi difícil encontrar, não foi como com a Tifanny's...
Mas, depois de um fim de semana prolongado em que muitas lojas estiveram fechadas, esta "revolution books" terá prolongado o encerramento. E não descobri nenhum aviso de quando é que a "revolution" iria abrir!... Paciência.
Mas não foi por isso que não entrei em lojas. Depois de Chelsea, em Greenwich Village, sobretudo na Beecker St., e no Soho, foi um fartote, com um almoço pelo meio.
Ela não perdoa! Lambuza as montras, entra aqui e ali, e ali e acolá. Às vezes, o que mais me cansa, depois de longas camnhadas, é o entrar numa loja, de coisas giras ("lindas de morrer", dit-elle), mas que vejo e revejo num quarto de hora, e ficar por lá enquanto para ela um dia não chegaria... porque nunca apreciou tudo como desejaria e, se pudesse, voltaria no dia seguinte. Sem eu estar a pressioná-la... como me acusa.
Mas, hoje, descobrimos uma solução de compromisso. Há os bancos de (as)saltar, que são muitos, mas há, também, os bancos de (as)sentar em jardins perto de lojas. Que também são muitos, nesta cidade. Está-se bem, a observar gentes e a escrever notas para "estas coisas".

4 comentários:

Maria disse...

Nada como a "organização"...
Assim ficam os dois satisfeitos.

:))

Anónimo disse...

Chelsea, Greenwich Village, Soho...
passeando por entre nomes míticos.
E a minha inveja a crescer!
Se não fossem as fotos e os relatos...fazia como o Monty.
Boas férias, amigos.

Campaniça

cristal disse...

E nada como ter quem nos pressione! Quando não há "pressões" dessas ve-se isso tudo um pouco "sem graça".

GR disse...

Uma comprita aqui outra acolá, até é bom. Daqui a algum tempo,ao verem o que compraram, relembram histórias, lugares.

GR