faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Quadr(ículad)as para desanuviar

Ao pé da Zé

E cá andamos por aqui e acolá/fazendo o qu'é possível/p'ra baixo ainda vá lá,/a subir é qu'é mais ... difícel

Às vezes, inté eu vacilo/
ao pôr o pé no chão/
e não é questão d'estilo,/
é dor mesmo, pois'então!

O perónio é o dela/a ela é que o pé doeu/
e o gesso nela está,/
mas (que querem?) é como se fosse meu...

E doi, doi mesmo no coração,/
a quem o tem empenhado...,/
e é uma grande aflição/
... não vale mais só que bem acompanhado.

Mesmo a chegar ao calcanhar,/
foi pior que dor de cotovelo,/
doeu e até deu para gritar,/
isto não de cordel, é de pesadelo!

Dá p'ra cantar as Janeiras/
agora é só um saltinho,/
já estamos nas fevereiras/
e vai acabar o pé coxinho.

2 comentários:

Maria disse...

O perónio da Zé teve um condão: por-te a versejar a torto e a (à)... esquerda...

Beijos aos dois.

Justine disse...

Vamos lá cantar as fevereiras, para ver se o mês chega depressa ao fim:))))