faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Borsalinadas

Quando almoço sozinho, escrevo nas toalhas de papel frases à tôa. Depois, nalguns casos, transcrevo para aqui e rasgo.
Agora, agorinha mesmo, a arrumar (?) papéis, saltou um que, presumo, não foi transcrito, com coisas que me apetece transcrever, para arquivo.... São o fruto do que vou observando enquanto almoço.
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Gosto... das gentes!
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Ela parla, ela parla, ela parla... en franciu.
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As carnes aBUNDAm!
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Vocês não "fazem" o futuro, estão à espera dele, e esperam n'ele entrar à boleia dos que o "fazem".
Nós, não. Nós estamos na labuta desta luta filha da puta.
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Noutros tempos, os homens queriam e as mulheres abriam-se... mesmo sonolentas e frias.
Nos tempos de hoje, as mulheres querem (quando acordam) e os homens concordam, mesmo que não completamente acordados, mesmo que sonolentos. Foi muito bom, não foi? Bom dia!
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A curiosidade mata o gajo! Estou a vê-lo e a ouvi-lo: "Quem é aquele velhote de barbas? Conheço-o de qualquer lado... toda a gente lhe fala e o cumprimenta, e ele come sozinho e escreve, escreve, que estará ele a escrever? Raio de coisa."
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"Olá, camarada amigo... "meu" secretário-geral do "nosso" Partido!"
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S/data

3 comentários:

Justine disse...

Almoço produtivo:))

Anónimo disse...

Nem ao almoço a capacidade de observar e reflectir pára.

Campaniça

GR disse...

Já reparei que enquanto uns degustam o trivial, tu pensas! divagas os olhares, as mesas e até os pensamentos.
Uma característica dos que “fazem” o futuro e o escrevem, deliciando quem vos lê!

Bj,

GR