faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

De noites e de corpos

Deitei-me relativamente cedo. Na cama grande porque, ontem, vazia; pequena porque... pequena.
Li umas páginas. Poucas que o cansaço venceu o interesse do livro. Que o tem, mas não que roube horas às poucas horas para dormir.
Deixei-me adormecer.
Não sei se pouco se muito tempo depois, pressenti que um um corpo se moldava ao meu corpo. Sem me acordar para além do pressentir. Delicadamente.
Soube bem... Tranquilizou o sono tranquilo.
Algumas horas se teriam passado. Assim. Dois corpos ajustados.
Quando a luz do dia começou a espreitar pelas frinchas das portadas, tirei um braço de debaixo da roupa e tacteei o corpo que, ao lado do meu, resistia a acordar. E que lançou uns miados de sussurro. De gato mimado e feliz. Como só os gatos. Como só o nosso. Como só o Mounti.
.
Bom dia!

3 comentários:

Justine disse...

Arre, que o meu coração apertou quando comecei a ler!
Mas logo descontraí e neste momento o meu sorriso chega até aí, aos dois:)))))
Até logo

Maria disse...

Uma cócega na cabeça de quem te aconchegou de noite.
Bom dia para ti!

Anónimo disse...

Muitas vezes me aconteceu o mesmo com o Gorby. Tantas saudades!

Beijinhos para vocês e ron-rons para esse gato feliz.

Campaniça