faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A ouvir, a esta hora que devia ser de sesta, galos a cantar na vizinhança. A deshoras... mas já nem os galos sabem a quantas andam.

A casa.
O telhado. As telhas. Algumas que ali estão desde o século XIX.
A porta que foi janela.
O pátio.
O bem-estar.
O efémero.

4 comentários:

Justine disse...

O efémero que é perene, enquanto quisermos.
Que tranquilidade...

Maria disse...

Será efémero, mas é tão bom enquanto dura...

Sérgio Ribeiro disse...

Efémera a tranquilidade... exterior.
Perene enquanto dura.

Comecei por ser atraído pelas telhas... Que ali foram postas em 18 etroca o passo, atravessaram o século XX, e aqui estão a brigar-nos no final da 1ª década do século XXI

Pois é!

Anónimo disse...

O efémero com laivos de eternidade. Sobretudo nas boas influências que a casa, e a gente que a habita, deixa nos amigos que têm a sorte de o serem.
Sem esquecer sua excelência o gato qúe acode (quando acode) pelo bonito nome de Monty.

Campaniça