faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Mais um canto... o do compadre

Mais um canto com toalhas de papel para nelas preencher cantos. A juntar a outros. Até perfazerem dez cantos lusidianos?
Este canto é o de o compadre, ao lado da casa do... Diogo!
Num recanto/bairro de Lisboa.

Já aqui vivi nas núvens. Que hoje carregadas estão. De raios e coriscos. Mas de que outra maneira poderia ser?
Que passem as tempestades, que não sejam mais que borrascas!

Todos nós precisamos de ajuda... e sentimo-lo. E alguns de nós têm a forte fraqueza de o dizer.
Mas a ajuda de que cada um precisa só pode ser do "outro", do "outro" que da nossa ajuda precisa.
E esquecemo-lo por tão necessitados de ajuda estarmos. Pelo que o "outro" fica sem a ajuda de que precisa... e nós sem ajuda ficamos.  

Está um bocado retorcido?
Queria fazer um desenho... mas tenho de aprender a técnica.

2 comentários:

Justine disse...

Suficientemente compreensível...para quem quiser compreender(embora um bocado retorcido, sim!)

Graciete Rietsch disse...

Eu compreendo. Preciso tanto da ajuda daqueles que dela precisam também!!!!

Um beijo.