faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O desastre do disparate, do discurso da responsabilidade, da inevitabilidade, e etc.

Chegámos a um ponto (de situação) em que o desnorte é tal que se cita Lenine... "como dizia Lenine e agora que fazer?" depois de se ter aceite como coisa inamovível que não há nada a fazer.~

Não seria bom ler "A Catástrofe eminente e os meios de a combater"?

5 comentários:

Maria disse...

Vejo (quase) sempre, como masoquista que sou.
Ver duas vezes é que não...
:)))

Beijo.

Maria disse...

Mas sempre digo que é um naipe jeitoso...

:))

Sérgio Ribeiro disse...

Ó Maria, vim aqui esconder-me neste cantinho, a ouvir este Eixo do Mal, convencido que ninguém me seguia... e tu seguiste-me!
Obrigado pela companhia.
Foi assim como quem veio pôr o termómetro para ver a temperatura. E isto está... assustadoramente esperançoso. Ou esperançosamente de susto.
ELES não encontram saída!
Não há Keynes que lhes valha.
E vou voltar à superfície, depois deste mergulho em que me acompanhaste!

Beijos

Justine disse...

Mesmo que lessem, não aprenderiam nada!

GR disse...

Não consigo ouvir estes burgueses divertidos a mandarem bitaites, ganhando milhares e rindo do sacrifício do povo!

Bjs,

GR