faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

Brel, sempre e eu... j'arrive!

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Antes de deitar para o caixote (mais) um papel...

... aproveito dele o que me parece valer a pena guardar (e é recuperável...):


Até ao fim a interrogar-me...
como já, agora e aqui!
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A todo o momento
se põem em causa
os séculos, os milénios
-----------------------


Coisas estáveis,
aparentemente eternas,
um susto as abana,
um suspiro as derrota
um sopro as derruba
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Todos os velhos são iguais

barbas brancas,
redondas barrigas,
artroses e varizes,
dentaduras e outros postiços
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Não esperar nada!
Deste ou de aquele
esperar NADA!

1 comentário:

Justine disse...

Observações para pensar...