faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

No dia em que Catarina Furtado nasceu - crónica

Ontem, antes de "ir para a cama" ainda deixei, no meu intermitente diário que são os dias de agora,  uma pequena crónica nocturna (a propósito, tenho de ir ouvir o Silvio Rodriguez):

No dia em que Catarina Furtado nasceu


O dia em que Catarina Furtado nasceu foi nos tempos outros em que andava num virote e tinha muito protagonismo. Pelo menos aparente (e quando é que o protagonismo não é aparência?).
Entre muitas outras andanças, colaborava com a equipa que viera do Zip-Zip televisão para o Tempo Zip rádio.
E que equipa! Da televisão vieram todos (menos os baladeiros, a não ser de vez em quando), o Fialho Gouveia, o Carlos Cruz, o Zé Nuno Martins, e o Raul Solnado a “patronar”. Juntou-se-lhes o Joaquim Furtado e o João Paulo Guerra. Se não foi exactamente assim e se a cronologia está errada, qual é o problema? É assim que me lembro...

O que sei é que quiseram formar equipa com os que eles diziam os melhores e, da economia, só podia ser eu... pois claro!
O lançamento do programa foi espectacular. Num voo fretado à TAP sobre Lisboa nocturna, com convívio e ceia, a seguir na Rádio Renascença, ao lado do Governo Civil.
Lá do alto, sobre Lisboa, cada um dos colaboradores tinha de falar sobre o que quisesse, e lembro-me que saudei os que não estariam a ouvir o programa porque na manhã o trabalho começaria cedo, dizendo que a eles iria dedicar os meus tempos-Zip.
De mais duas coisas me lembro. Foi durante o convívio na Rádio Renascença que se soube da notícia que os Beatles se tinham dissolvido; foi aí, nesse convívio, que começou a minha amizade com o Manuel Freire a partir do seu comentário sobre a minha intervenção nas alturas.
Ainda uma coisa de 1970: quando nasceu o Gonçalo, a equipa deu-lhe o nome de bebé Zip-Zip e ofereceu-me (para ele…) um boneco de peluche que era o símbolo Zip.

Fui colaborando na rádio, não me ficando pelo Tempo Zip, e mantendo relações de boa convivência com aquele, ou naquele, meio.
Quando havia qualquer coisa de economia para dizer, ou um programa em que se quisesse falar de economia, lá ia eu. Por exemplo, o Dia positivo e a Economia ao pequeno-almoço.
Há episódios que não esquecerei, como uma vez, com o Zé Nuno Martins, enquanto esperávamos tempo para uma gravação, termos tido de ouvir um comunicado do Ministério da Educação Nacional sobre uma situação de agitação estudantil, termo-nos entretido a perturbar o comunicado com piparotes no microfone e uns tossicares que tinham de passar por deficiências técnicas.

Bom, mas no dia em nasceu a Catarina Furtado, diz o Google que foi em 25 de Agosto de 1972, soube do evento – de que não se podia prever a importância... – num qualquer espaço ou tempo radiofónico, e fui a correr à livraria-discoteca Opinião (de que, aliás, era sócio) comprar um disco da Odetta (vinil de 33 rotações), que, continuando a correr, fui oferecer ao feliz pai.

Quem é que sabe ou se lembra disto? Só eu!

Pois foi assim. No dia em que a Catarina Furtado nasceu. Tenho de lhe contar. Ou já será tarde?

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Glosando (com intenção de melhorar):

O que me desgosta é ter efémera idade o que foi parido para ser eterno, e que tenha aparente eterna idade o que melhor fora não ter nascido.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Alarv idades

Tanto se falar de efemeridades tem a ver com as efémeras idades que vivemos ou com as enfermas idades que sofremos?

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

"Tro(i)ko" do enCURRALado anterior...

...que deveria ter sido Acurralado:

O que está a faltar a tanta gente é

Moti(m)vação!

Este é um "post" Apatetado e à Aventura...

Num "blog" em que tenho muito gosto em participar (outrostemas-PPP) desafiaram-me a encontrar uma palavra e foto para a sílaba A num sub-tema cartilha. Comecei por ficar Abananado e, depois Apalermado (ou foi ao Avesso?). Ainda pensei recorrer a um blog Amigo (conversasAvinagradas), mas desisti ou, como dizem os novos cultores ("Acertivos") da nossa/sua língua desconsegui, ou melhor, Aconsegui.
Andei às voltas, tentei umas actas, que Agora se escrevem Atas mas, em protesto, desatei pois quis não Ajudar a Aplicação do novo Acordo ortográfico.
Auto Aconselhado, procurei Acertar numa palavra que tivesse o A como sílaba final, mas soube que a minha vizinha companheira Avançara (e muito bem) com baíA e pensei  que dois cá da casa a usarem essa fórmula seria Ademais, Por isso, falhou a que daria uma boa ligação a uma foto: saiA!... talvez rodada ou Arredondada.
Decidi-me por Atingido dadas as circunstâncias visíveis e Abaixo (poderia ser Acima...) fotografadas:


Fiquei Apaziguado... Até porque assim ando desde o Aparecimento na minha vida do Aguardado neto.
Bem... Afinal tenho de terminar, isto é, Acabo! Com Amizade, PPP

sábado, 2 de fevereiro de 2013

"Regresso às bases" (de onde nunca sai)


no final do XIX Congresso (antes da arrumação das mesas e cadeiras)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A nota(s) ção

Bem me parecia...
Aqui há uns anos, há umas décadas..., bem me parecia que tanto pôr as criancinhas a jogar "monopólio" ia dar mau resultado.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Intervalo - o vereador e a prole

O que nos vale são os intervalos. De ficção ou de riso. Ou de as duas coisas.
Este ofício que recebi serve bem para intervalo. E para fazer rir. Como se fosse ficção. Ou gralha. Ou distracção. Ou erro. Inclino-me mais para esta hipótese...
No entanto, dada a evolução demográfica, há que reter a disponibilidade do senhor vereador para trabalhar no aumento da prole ... a bem do Município e da Nação. 
Multiplicai-vos! 


domingo, 13 de janeiro de 2013

Ditos e (des)feitos e refeitos (ou 2ª edição)

... por outros e por mim

e por mim trans critos
ou por mim trans formados
ou por mim trans figurados:
e retrans formados
e retrans figurados
(ou des figurados?)

  • é a atracção pelo banksterismo
    • ou a tracção pelo abismo
    • ou a traição do catecismo
  • querem que escolhamos a árvore onde nos querem enforcar
    • ou o veneno com que nos queremos suicidar
    • ou a via de comunicação por onde nos en curral ar
    • ou a veia por onde que nos deixamos into xicar
  • temos de acertar o passo da necessidade com a possibilidade
    • ou com a possivel idade
    • ou com a juvenia(l) idade
    • ou com a jumenta(l) idade
    • ou com a senil idade
  • há que ter em atenção a sinistralidade
    • ou a sinistra(l) idade
    • ou a acidental idade
    • ou isto é tudo uma inevitabil idade
    • e apenas conta a contábil idade?
  • e onde está a alegria do em velho ser?


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Tropeçando...

Não sou eu que estou errado!
São vocês que estão enganados no sítio em que estão.

(isso corrigir-se-á...)