Sou, decerto, dos mais prolixos escreventes em português.
Até pela longevidade.
O primeiro texto em letra de forma (e chumbo) foi em 1948, há 63 anos, no Notícias de Ourém!
Já antes, "editara" pequenos contos de "cóbois" aproveitando a novidade de uma Oliveti que o meu pai comprara e que hoje é elemento de decoração (está ali!).
Depois, foi o Mundo Desportivo, a Seara, a Revista de Economia, a Vértice, o Diário de Lisboa, a República, o Jornal do Ribatejo, o Comércio do Funchal, Ourém e o seu Concelho, o Ribatejo, sei lá que mais.
E livros? Já passa de 30 os que passaram pelas tipografias, alguns com a minha escrita em línguas estrangeiras, e há p'raí (des)arrumados, uns tantos, de fabrico artesanal, com tiragem reduzida ou exemplares únicos.
Agora apareceu esta coisa dos blogs e é um ver se t'avias. Escrevo que me desunho.
Prolixo. Mas é pena ser quase tudo p'ró lixo.