faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

domingo, 9 de outubro de 2016

Apropósito (?) de...

Apropósito de Zé João Louro, de Cravinho, de Sérgio Ribeiro (!): 
Irritam-me as homenagens póstumas, sobretudo as prematuras, as “como quem diz” este gajo ainda não morreu?... já devia!.

&-----&-----&


Apropósito (e de memória nem sempre fide digna) de Saramago: 
Conto os dias pelos dedos e (acrescento) sinto a vida a fugir-me das mãos!

mas cá a vou agarrando
com unhas e dentes!

sábado, 13 de agosto de 2016

Pois...

(...)
O que sei é que elas (as porradas.... muitas, quase todas pequenas e variadas) não matam (por enquanto…) mas amolentam (bastante!).
(,,,)

sábado, 6 de agosto de 2016

Tenho a idade do meu gato!

Tenho a idade do meu gato,
provisoriamente.
Ele breve me passará,
se é que não o fez já…
E estamos os dois trôpegos,
pedindo atenção e carinhos.
Ele,
já não defende, felinamente, o seu espaço,
deixa os pássaros invadirem o pátio.
os ratos viverem em paz,
já não sobe às árvores onde afia as unhas…
Eu,
escrevo,
escrevo, trémulo e errando teclas, queixas e lamentos
leio,
leio. pisco e lacrimoso, letras míúdas e baralhando-se,
mastigo papas e sopas passadas
digo-me lúcido
e continuo em luta,
na luta de sempre,
até quando,

ísto é, sempre!  

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

os chapéus (^) nos és

Porquê/para quê?
Porquê/para quê?
Tantas dúvidas,
tantas interrogações
e tão poucas respostas
tirando o chapéu ^ ao e:
PORQUE/PARA QUE!
(...)

terça-feira, 28 de junho de 2016

De facto (e relevante?)

(...)

Deitei-me relativamente cedo com os olhos em estado a precisar de cuidados, isto é, de gotas.

&-----&-----&


Este corpo não rejuvenesce!, isto é que é uma porra…

(...)

Entretanto, estou a sentir as coisas a fugirem-me das mãos.

&-----&-----&

Tanto corpo sem cabeça, e esta cabeça a sentir o corpo a fugir-lhe.

&-----&-----&

Vou recuperar corpo para não perder a cabeça, perdão, pode ser o contrário não vou perder a cabeça por não recuperar o corpo…

&-----&-----&

… mas o que é que é o contrário de quê?

&-----&-----&

Esta merecia ser escrita pelo José Rodrigues dos Santos, ou alguém por ele, nunca (ou nanja?) por mim.

sábado, 4 de junho de 2016

de factos i relevâncias


04.06.2016

Oferta de Filipe Saraiva, meu “vizinho” durante a reunião CESO-Câmara:


muito obrigado, 
Filipe

Coisas para a arca do velho:


Aqui, no “Curral”, entre a hipocrisia e a hiper(por)caria  das posturas servis e (falsa mente) humildes na caça à subsidiação parasita. 
Que mundo este de humano-atrofia!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Vãs glórias minhas

EXPRESSO de 21 de Maio de 2016


&-----&-----&


Ando eu há décadas campanhas a inventar destas… e, ainda por cima, aproveitam para maus desígnios!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

de ROMANCE do Man(u)el da Fonseca

Mas tudo isso, que era tudo para nós mim, 
não era nada da vida!... 
Da vida é isto que a vida faz. 
Ah! sim, isto que a vida faz!... 
- isto de tu seres a esposa  eu ser um velho sériao e triste, 

de um terceiro-oficial de finanças da Câmara Municipal 
reformado, cansado 
mas.. resistente, a tudo e a todos!... 

segunda-feira, 28 de março de 2016

Páginas de diário

Que, agora, tem o título factos i relevâncias:

«(...)
Para começar, como se tivesse vindo (a caminhar) do Curral, ou de outro almoço algures:

Novo inquérito factos i relevâncias

1.     Qual a coisa mais fácil do mundo para um ser humano? 
Julgar outro ser humano.

2.     Qual a coisa mais difícil do mundo para um ser humano? 
Julgar outro ser humano.

3.     Qual a profissão menos desejada do mundo por um ser humano? 
Ser juiz do outro.

4.     Qual a atitude mais praticada do mundo por um ser humano? 
Ser juiz do outro.

(...)»

quinta-feira, 17 de março de 2016

resgato


DÁS TRANQUILIDADE
PEDES TERNURA