faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.

...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.

José Gomes Ferreira

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Quantos dias PAbril? - 7

 

7)    “A Cantiga é uma arma” – José Mário Branco/ Gac – Grupo de Ação Cultural/ Vozes na Luta (tino Flores/Fausto/Afonso Dias);  o poder de uma canção; homenagem ao cantautor feito em 2019, por altura da sua morte. O GAC deixou-nos 4 álbuns com canções emblemáticas…”…há quem cante de pantufas para não perder o lugar…”.

                                                        

                                            Partilhem, comentem, critiquem.

Gabriel Lagarto

 


https://www.youtube.com/watch?v=srrWBrYrYbI&list=RDsrrWBrYrYbI&start_radio=1&t=5



terça-feira, 6 de abril de 2021

Quantos dias PAbril? - 6

 

6)    “Hino de Vila Cabral” – Carlos Macedo/João Maria Pinto, extraído do Cancioneiro do Niassa, as canções proibidas cantadas pelos militares em território colonial; aqui se fala numa utopia, a de um local totalmente destruído…”para vermos coisa mais fina fomos à piscina ver os bikinis…” até  ..."Com tanta coisa que rir, deu gosto fugir de Vila Cabral!"

Deste Cancioneiro," letras contra a guerra e os seus responsáveis, de lamento e protesto pelas condições de vida da tropa."

                                                                                                                                                          Partilhem, comentem, critiquem.

Gabriel Lagarto

 

https://www.youtube.com/watch?v=GzweNSrKS5M

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Quantos dias PAbril? - 5

 

5)    “Segunda Canção com lágrimas” – Carlos Mendes, sobre letra de Manuel Alegre, uma ode à desgraça da guerra e ao desfazer dos sonhos--- Canção dedicada aos soldados/amigos que morreram, numa guerra injusta, por terras de....Portugal Ultramarino.

                                              Partilhem, comentem, critiquem.

Gabriel Lagarto

 


Aqui, declamação do poema por Mário Viegas

https://www.youtube.com/watch?v=fACMt9O5oYc

domingo, 4 de abril de 2021

É isto mesmo...

... que gostei de ver public(ad)o e de ler, e que gostaria de ter escrito.

 

Quantos dias PAbril? - 4

 

4)    “Fala do Velho do Restelo ao Astronauta” – versos de José Saramago, cantado por Manuel Freire   “…as bombas de Napalm são brinquedos..”; Na ilustração, alusão à menina do Napalm- foto da guerra do Vietname. Por fim, não esquecer a controversa utilização, pelas tropas portuguesas, destas bombas incendiárias...

                     Partilhem, comentem, critiquem.

Gabriel Lagarto


 

 Fala do velho do Restelo ao astronauta

 https://www.youtube.com/watch?v=ilj9XvepL-o


sábado, 3 de abril de 2021

Quantos dias PAbril? - 3

“Fado do Desertor” – Do cancioneiro do Niassa, cantada por Carlos do Carmo ou por outros ilustres desconhecidos; retrata a partida de um jovem para a guerra e a sua subsequente---deserção… As cantigas alternativas/proibidas da guerra, cantadas pelos nossos soldados. 

Também referenciada como “O Miliciano Mobilizado”.

                                         Partilhem, comentem, critiquem.

Gabriel Lagarto

FADO DO DESERTOR - Carlos do Carmo

http://www.cd25a.uc.pt/media/Sons/CDM77_Fado%20Do%20Desertor.mp3

CANTO DO DESERTOR - Luís Cília










  

Crónica cult(ur)a - Ana Cristina Leonardo

Sou leitor (e admirador) das crónicas que acrescento de cultura ou cult(ur)as de Ana Cristina Leonardo, desde o Expresso e agora no Ipsilon do Público. Calhou, ontem, ter publicado o 2º desenho de Gabriel Lagarto sobre Os senhores da guerra e, depois de o ter feito, ter lido a crónica de ACL de ontem, que começa por uma referência o filme Ran-Os Senhores da Guerra, de Kurosawa. Por aí se fica a curiosa coincidência mas foi suficiente para estimular a publicação da excelente crónica de ACL sobre actos e ditos de uma Ministra da Cultura que está evidentemente numa outra cultura que não culta... talvez agro-mensora. Assim - outra curiosa coincidência - se justifica o cumprimento do que escrevi a propósito de Miguel Esteves Cardoso há uns dias atrás.



sexta-feira, 2 de abril de 2021

Quantos dias PAbril? - 2

 Nota de Gabriel Lagarto a acompanhar o envio:

                                                                                                                                                               E VIVA O 25 DE ABRIL!!!

     “Os senhores da Guerra” –  Grupo Outubro, canção antibelicismo, deste Super Grupo de Abril, que tem 2 álbuns fantásticos, onde se encontram muitíssimas canções emblemáticas do pós 25 de Abril.” E todos nós, tarde ou cedo Temos de morrer”…






quinta-feira, 1 de abril de 2021

Quantos dias PAbril? - 1

“FALTA MUITO PABRIL? 25 CANÇÕES ILUSTRADAS”

 

Se há um ano atrás começou a surgir “1 ilustração por dia acaba com a pandemia? Não, mas mal não deve fazer”, este ano temos outra proposta global, no campo da Música …Ilustrada.

Hoje, até ao “…dia inicial inteiro e limpo…”, segundo Sophia, iremos lançar uma ilustração, dedicada à Liberdade & outras ramificações. Do imaginário musical do ilustrador, com apoio dos companheiros Rui Garcia e Isabel Vicente, irão surgir canções /poemas ilustrados. Referências óbvias ou nem por isso à temática do 25 de Abril, aqui fica a nossa partilha para os próximos 25 dias.

Partilhem, comentem, critiquem.

Em jeito de despedida, viva o 25 de Abril!

 

Gabriel Lagarto

1)    “Nambuangongo, Meu amor” – Paulo de Carvalho/ poema de Manuel Alegre; o relato do início da Guerra colonial, 60 anos feitos há pouquinho… Angola foi a primeira colónia onde se iniciou a luta armada organizada contra o domínio português. Nambuangongo era considerada a capital dos independentistas. Cantada e difundida radiofonicamente horas antes por um dos protagonistas musicais de “O dia inicial inteiro e limpo”…







 

Ora aí está... ainda ontem




Hoje, a ler o Miguel Esteves Cardoso, no Público, lembrei-me deste blog. 
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Aquele texto tinha mesmo a ver com a intenção, se não explícita e consciente, implícita e não-consciente (o que são 4-coisas diferentes-4) com que foi lançado o blog e preencheu algum tempo e não pouco espaço. 

Eram textos daqueles-deste (ou outras expressões quaisquer), de preferência meus/minhas..., que queria (a)postar aqui.

Abandonei-o, e talvez não por acaso  com uma "graça"- vi-a agorinha -, no começo da pandemia, depois dos (para mim excelentes) cartões do João sobre a "pandemia" dos telemóveis. 

Pois vou regressar, após um ano sabático. E recomeço com a crónica do MEC, a pensar que aqui terão espaço de arquivo e (minha) consulta outros autores como, por exemplo, as crónicas da Ana Cristina Leonardo e os desenhos do Gabriel Lagarto para as músicas de PAbril (outra coisa de que  agora mesmo me lembrei...).