A poesia fácil:
Lá fora,
a chuva cai...
faz de conta que o que é, é!... avança o peão de rei.
...
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.
José Gomes Ferreira
o mistério difícil
em que ninguém repara
das rosas cansadas do dia a dia.
José Gomes Ferreira
sábado, 5 de novembro de 2016
Quanto nos enganam...
Ouvido, no meio do noticiário sobre as eleições nos Estados Unidos
(uma cara escura, marcada pela vida... e pelos enganos!)
"Quando penso quanto me enganaram
por ser negra, ainda sinto raiva"
domingo, 9 de outubro de 2016
Apropósito (?) de...
Apropósito de Zé João Louro, de
Cravinho, de Sérgio Ribeiro (!):
Irritam-me
as homenagens póstumas, sobretudo as prematuras, as “como quem diz” este gajo ainda não morreu?... já devia!.
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Apropósito (e de memória nem sempre
fide digna) de Saramago:
Conto os dias pelos dedos
e (acrescento) sinto a vida a fugir-me das mãos!
mas cá a vou agarrando
com unhas e dentes!
sábado, 13 de agosto de 2016
Pois...
(...)
O que sei é que elas (as porradas.... muitas,
quase todas pequenas e variadas) não matam (por enquanto…) mas amolentam (bastante!).
(,,,)
sábado, 6 de agosto de 2016
Tenho a idade do meu gato!
Tenho a idade do meu gato,
provisoriamente.
Ele breve me passará,
se é que não o fez já…
E estamos os dois trôpegos,
pedindo atenção e carinhos.
Ele,
já não defende, felinamente, o seu
espaço,
deixa os pássaros invadirem o
pátio.
os ratos viverem em paz,
já não sobe às árvores onde afia as
unhas…
Eu,
escrevo,
escrevo, trémulo e errando teclas, queixas e
lamentos
leio,
leio. pisco e lacrimoso, letras míúdas e
baralhando-se,
mastigo papas e sopas passadas
digo-me lúcido
e continuo em luta,
na luta de sempre,
até quando,
ísto é, sempre!
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
os chapéus (^) nos és
Porquê/para quê?
Porquê/para quê?
…
Tantas dúvidas,
tantas interrogações
e tão poucas respostas
tirando o chapéu ^ ao e:
PORQUE/PARA QUE!
(...)
terça-feira, 28 de junho de 2016
De facto (e relevante?)
(...)
Deitei-me
relativamente cedo com os olhos em estado a precisar de cuidados, isto é, de
gotas.
&-----&-----&
Este
corpo não rejuvenesce!, isto é que é uma porra…
(...)
Entretanto,
estou a sentir as coisas a fugirem-me das mãos.
&-----&-----&
Tanto
corpo sem cabeça, e esta cabeça a sentir o corpo a fugir-lhe.
&-----&-----&
Vou
recuperar corpo para não perder a cabeça, perdão, pode ser o contrário não vou
perder a cabeça por não recuperar o corpo…
&-----&-----&
…
mas o que é que é o contrário de quê?
&-----&-----&
Esta
merecia ser escrita pelo José Rodrigues dos Santos, ou alguém por ele, nunca
(ou nanja?) por mim.
sábado, 4 de junho de 2016
de factos i relevâncias
04.06.2016
Oferta de Filipe Saraiva, meu “vizinho”
durante a reunião CESO-Câmara:
muito obrigado,
Filipe
Coisas
para a arca do velho:
Aqui, no “Curral”, entre a
hipocrisia e a hiper(por)caria das
posturas servis e (falsa mente) humildes na caça à subsidiação parasita.
Que mundo este de humano-atrofia!
Que mundo este de humano-atrofia!
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Vãs glórias minhas
&-----&-----&
Ando
eu há décadas campanhas a inventar destas… e, ainda por cima, aproveitam
para maus desígnios!
sexta-feira, 15 de abril de 2016
de ROMANCE do Man(u)el da Fonseca
…
Mas tudo isso, que era tudo para nós
mim,
não era nada da vida!...
Da vida é isto que a vida faz.
Ah! sim, isto que a vida faz!...
- isto detu seres a esposa eu ser um velho
sériao e triste,
de um terceiro-oficial de finanças da Câmara
Municipal
reformado, cansado
mas.. resistente, a tudo e a todos!...
não era nada da vida!...
Da vida é isto que a vida faz.
Ah! sim, isto que a vida faz!...
- isto de
reformado, cansado
mas.. resistente, a tudo e a todos!...
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